Bom, aos que não sabem, daqui a pouco, às 19h, no auditório da FAMECOS, ocorrerá a exibição do "Sinfonia da desgraça".
Compareça seu desgraçado.
6 de dezembro de 2007
4 de dezembro de 2007
A graça da desgraça
Acordar 6 da manhã é foda. Só pra ir editar esse filme na PUC. Exijo um aumento salarial baseado na luta do proletariado e das classes trabalhadoras que têm sido oprimidas pelos porcos capitalistas que comandam este grupo.
Também estou postando pra dizer que estou vendo o nascer do sol que está por trás de prédios e de nuvens, num ar meio das trevas. Realmente teria sido um plano encantador para o início do filme, embora a Farrapos não esteja vazia como o planejado.
Também estou postando pra dizer que estou vendo o nascer do sol que está por trás de prédios e de nuvens, num ar meio das trevas. Realmente teria sido um plano encantador para o início do filme, embora a Farrapos não esteja vazia como o planejado.
OBS.: Esse post foi levemente censurado. - da direção.
3 de dezembro de 2007
Mostra
Postagem rápida, apenas a fim de deixar avisado:
Mostra de documentários do segundo semestre ocorrerá esta quinta-feira, dia 6, às 19h, no auditório da FAMECOS. Compareçam!
Mostra de documentários do segundo semestre ocorrerá esta quinta-feira, dia 6, às 19h, no auditório da FAMECOS. Compareçam!
30 de novembro de 2007
Gravação
Sei que já faz tempo que não posto aqui, mas vá lá...
As gravações da trilha foram realizada hoje à tarde. Apesar de não termos tocado juntos, foi muito bom ter estado presente com os irmãos e músicos Bernard e Richard. Bernard tocou magistralmente o violão. Trabalhei com ele durante o ensaio, tendo passado a tablatura da gaita para notas escritas (Dó, Sol, etc). O ritmo da música ficou um tanto diferente da versão original para gaita, mas nem por isso pior, na verdade, ficou (a meu ver), a melhor parte da trilha. Richard, um jovem baterista, mostrou seu talento executando batidas sincronizadas com os cortes do filme e com um ótimo solo.
Da minha parte da trilha, em que toquei com uma M. Hohner Marine Band em Sol (G) No. 364, acho que ficou bom o suficiente para o filme. Agradeço muito a paciência de todos os envolvidos durante a gravação por aguentarem meus seguidos erros e diversos takes. Agradeço especialmente ao diretor Bruno por me orientar incansavelmente, take após take, até acertar (o take utilizado foi o último) e por me convidar para participar da trilha sonora.
Agora é só esperar pra ver o resultado. Um abraço a todos e muchas gracias por me propiciar minha primeira gravação como músico. Asta luego!
As gravações da trilha foram realizada hoje à tarde. Apesar de não termos tocado juntos, foi muito bom ter estado presente com os irmãos e músicos Bernard e Richard. Bernard tocou magistralmente o violão. Trabalhei com ele durante o ensaio, tendo passado a tablatura da gaita para notas escritas (Dó, Sol, etc). O ritmo da música ficou um tanto diferente da versão original para gaita, mas nem por isso pior, na verdade, ficou (a meu ver), a melhor parte da trilha. Richard, um jovem baterista, mostrou seu talento executando batidas sincronizadas com os cortes do filme e com um ótimo solo.
Da minha parte da trilha, em que toquei com uma M. Hohner Marine Band em Sol (G) No. 364, acho que ficou bom o suficiente para o filme. Agradeço muito a paciência de todos os envolvidos durante a gravação por aguentarem meus seguidos erros e diversos takes. Agradeço especialmente ao diretor Bruno por me orientar incansavelmente, take após take, até acertar (o take utilizado foi o último) e por me convidar para participar da trilha sonora.
Agora é só esperar pra ver o resultado. Um abraço a todos e muchas gracias por me propiciar minha primeira gravação como músico. Asta luego!
Trilha Sonora e Quarto Corte
Sem palavras para definir as performances musicais que vi esta tarde na PUC-RS. Logo ao chegar fui preparar a ferramenta-mor, o DVD com o vídeo para exibir aos músicos para que estes tivessem um guia, afinal a montagem seria quase como uma partitura, ritmando os solos.
A trilha musical é dividida em três atos: gaita, bateria e violão. Para a gaita, Guilherme Borges executou excelente trilha. Na bateria, Richard Caye, jovem garoto que promete. No violão o já ilustre membro da academia de intrusos do prédio 7, Bernard Caye, aquele que já foi personagem de inúmeros trabalhos de Áudio I.
Enfim, a trilha está excelente.
Tendo a trilha em mãos, os cortes feitos, os planos novos adicionados. Afinei e ajustei a mais nova (e creio eu, a penúltima) versão do filme.
Vamos ver o que o diretor irá achar disto tudo.
A trilha musical é dividida em três atos: gaita, bateria e violão. Para a gaita, Guilherme Borges executou excelente trilha. Na bateria, Richard Caye, jovem garoto que promete. No violão o já ilustre membro da academia de intrusos do prédio 7, Bernard Caye, aquele que já foi personagem de inúmeros trabalhos de Áudio I.
Enfim, a trilha está excelente.
Tendo a trilha em mãos, os cortes feitos, os planos novos adicionados. Afinei e ajustei a mais nova (e creio eu, a penúltima) versão do filme.
Vamos ver o que o diretor irá achar disto tudo.
29 de novembro de 2007
A Desgraça aprende a falar
Temos agora uma trilha sonora. Seria mais correto o diretor comentar sobre a música idealizada pelo Bordini, mas, em poucas palavras, ela divide-se em três partes: gaita, bateria e violão.
Para a primeira, nosso eclético diretor de foto contribuiu com suas habilidades no manejo da gaita em um belo trabalho, mesmo com as dificuldades técnicas ignoradas pelos outros membros da equipe.
A segunda e a última partes foram interpretadas pelos famosos irmãos Caye, Richard e Bernard, que aceitaram participar do nosso projeto. Cada um deixou seu estilo impresso na música, uma vez que muito foi improvisado, lembrando que não houve nenhum tipo de prévio ensaio.
Porém, seria injusto comentar sobre a nossa diária musical sem acrescentar, e agradecer profusamente, a cooperação de nossos colegas Carlos e Paula. Esta por ter nos emprestado gentilmente seu laptop quando necessitávamos desesperadamente de um, enquanto Carlos se dispôs a levar o equipamento necessário, e montá-lo, para que a gravação feita fosse. Sem a inestimável ajuda deles, além da do diretor musical e dos músicos, nada disso teria sido possível. Também não podemos ser injusto e deixar de citar o George Clooney que nos supervisionou e auxiliou (desconheço seu nome verdadeiro, erro este que será sanado na próxima aula de áudio).
A Desgraça transgrediu o nosso grupo para tornar-se coletiva.
Para a primeira, nosso eclético diretor de foto contribuiu com suas habilidades no manejo da gaita em um belo trabalho, mesmo com as dificuldades técnicas ignoradas pelos outros membros da equipe.
A segunda e a última partes foram interpretadas pelos famosos irmãos Caye, Richard e Bernard, que aceitaram participar do nosso projeto. Cada um deixou seu estilo impresso na música, uma vez que muito foi improvisado, lembrando que não houve nenhum tipo de prévio ensaio.
Porém, seria injusto comentar sobre a nossa diária musical sem acrescentar, e agradecer profusamente, a cooperação de nossos colegas Carlos e Paula. Esta por ter nos emprestado gentilmente seu laptop quando necessitávamos desesperadamente de um, enquanto Carlos se dispôs a levar o equipamento necessário, e montá-lo, para que a gravação feita fosse. Sem a inestimável ajuda deles, além da do diretor musical e dos músicos, nada disso teria sido possível. Também não podemos ser injusto e deixar de citar o George Clooney que nos supervisionou e auxiliou (desconheço seu nome verdadeiro, erro este que será sanado na próxima aula de áudio).
A Desgraça transgrediu o nosso grupo para tornar-se coletiva.
24 de novembro de 2007
Quarta diária e trilha sonora!
Sim!
Hoje filmei mais uns planos adicionais. (acho que deu uns 4min, no máximo)
Bueiros, comida podre etc.
Acho que agora já não falta quase nenhum plano!
Estamos quase prontos.
O diretor musical, Henrique Bordini, já compôs a trilha sonora e atualmente o diretor de fotografia, Guilherme Borges, está ensaiando para a gravação da mesma dia 29.
Falta muito pouco mesmo.
Até dia 6!!
Hoje filmei mais uns planos adicionais. (acho que deu uns 4min, no máximo)
Bueiros, comida podre etc.
Acho que agora já não falta quase nenhum plano!
Estamos quase prontos.
O diretor musical, Henrique Bordini, já compôs a trilha sonora e atualmente o diretor de fotografia, Guilherme Borges, está ensaiando para a gravação da mesma dia 29.
Falta muito pouco mesmo.
Até dia 6!!
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diária nº4
Terceiro Corte
Ficou pronto ontem o terceiro corte do filme, com mais planos e menos tempo. Agora tem 6 minutos e a tendência é o número diminuir. Fiquei mais satisfeito com esse corte do que com o anterior. Agora é mostrar pro diretor e professores pra mudar de novo.
19 de novembro de 2007
17 de novembro de 2007
Segundo corte
Seguindo a base do primeiro corte, mas reformulando a narrativa e criando significados, comecei e terminei hoje o segundo corte do filme.
Resta agora o Diretor do filme ver, e mostrar a alguns professores pra eles palpitarem. Espero que o terceiro corte, no máximo o quarto seja o definitivo.
Atualmente o filme tem cerca de 8 minutos.
Resta agora o Diretor do filme ver, e mostrar a alguns professores pra eles palpitarem. Espero que o terceiro corte, no máximo o quarto seja o definitivo.
Atualmente o filme tem cerca de 8 minutos.
10 de novembro de 2007
9 de novembro de 2007
Primeiro Corte
É realmente impressionante o ritmo que a montagem têm andado nas últimas duas semanas. Dia 25/10 foi nossa última diária e de lá pra cá tive um intenso trabalho de montagem.
Primeiramente importei todo o material gravado para dentro de um dos HD's portáteis (o Griffith no caso).
O segundo passo a ser tomado foi dividir todos os clipes, que não eram poucos, visto que o diretor megalomaníaco fazia takes que duravam de 4 a 10 segundos.
Após dividir os milhares de planos do filme, comecei a renomear cada um e separei por pastas, as quais prefiro chamar de "setores", a fim de que eu pudesse me achar em meio aos angustiantes e inúmeros planos.
Iniciei então a montagem pelo começo do filme, para termos a seqüência inicial para enviar ao compositor musical do filme. A partir dessa seqüência inicial de cerca de 2 minutos, será composta a trilha sonora do filme.
Tendo essa parte concluída, coloquei todos os demais planos do filme no filme e ordenei o tempo de cada plano. Ainda assim o filme não tinha uma cara própria, parecia ser apenas uma junção de planos sem sentido.
Ontem, em menos de 3 horas de trabalho, editei o trailer do filme. Dentro de algumas horas o trailer será postado aqui. É claro que não sou a melhor pessoa para elogiar o trailer, afinal é um filho meu. Mas modéstia parte, ficou sensacional o trailer.
Mas devo dizer que o que mais impressionou a mim, foi que hoje a noite, em cerca de 2 horas, consegui organizar aquilo que poderemos chamar de primeiro corte do filme. Tem cerca de 10 minutos e ainda está bem bruto, mas pelo que temos de material já dá pra garantir que essa será a provável duração do filme.
Agora é descansar no final de semana para concluir a montagem do filme até sexta-feira.
Primeiramente importei todo o material gravado para dentro de um dos HD's portáteis (o Griffith no caso).
O segundo passo a ser tomado foi dividir todos os clipes, que não eram poucos, visto que o diretor megalomaníaco fazia takes que duravam de 4 a 10 segundos.
Após dividir os milhares de planos do filme, comecei a renomear cada um e separei por pastas, as quais prefiro chamar de "setores", a fim de que eu pudesse me achar em meio aos angustiantes e inúmeros planos.
Iniciei então a montagem pelo começo do filme, para termos a seqüência inicial para enviar ao compositor musical do filme. A partir dessa seqüência inicial de cerca de 2 minutos, será composta a trilha sonora do filme.
Tendo essa parte concluída, coloquei todos os demais planos do filme no filme e ordenei o tempo de cada plano. Ainda assim o filme não tinha uma cara própria, parecia ser apenas uma junção de planos sem sentido.
Ontem, em menos de 3 horas de trabalho, editei o trailer do filme. Dentro de algumas horas o trailer será postado aqui. É claro que não sou a melhor pessoa para elogiar o trailer, afinal é um filho meu. Mas modéstia parte, ficou sensacional o trailer.
Mas devo dizer que o que mais impressionou a mim, foi que hoje a noite, em cerca de 2 horas, consegui organizar aquilo que poderemos chamar de primeiro corte do filme. Tem cerca de 10 minutos e ainda está bem bruto, mas pelo que temos de material já dá pra garantir que essa será a provável duração do filme.
Agora é descansar no final de semana para concluir a montagem do filme até sexta-feira.
Pós-Produção
Enfim, o Sinfonia da Desgraça - quem diria! - está virando brinquedo de gente grande. Quinta passada, dia 1º de novembro, começamos a edição do vídeo, concluindo sua introdução a fim de que o compositor musical pudesse ter uma base do que será nossa produção.
Não é, porém, este fato que o torna grande, mas sim o de que temos um trailer! Um ótimo trabalho de nosso montador, devo dizer, pois, embalado pela melodia de Beethoven (é assim que se escreve?), torna o nosso curta em duração mas longa em simbolismo numa produção realmente atrativa. Surreal, entretanto atrativa. Recebemos até a aprovação do professor Barone, além de suas dicas para melhorar alguns detalhes.
Quem quiser conferir o resultado, será exibido, junto com os curtas de um minuto, no auditório da FAMECOS, dia 14 de novembro, às 19 horas (evento sujeito à mudanças).
Não é, porém, este fato que o torna grande, mas sim o de que temos um trailer! Um ótimo trabalho de nosso montador, devo dizer, pois, embalado pela melodia de Beethoven (é assim que se escreve?), torna o nosso curta em duração mas longa em simbolismo numa produção realmente atrativa. Surreal, entretanto atrativa. Recebemos até a aprovação do professor Barone, além de suas dicas para melhorar alguns detalhes.
Quem quiser conferir o resultado, será exibido, junto com os curtas de um minuto, no auditório da FAMECOS, dia 14 de novembro, às 19 horas (evento sujeito à mudanças).
27 de outubro de 2007
Frases Marcantes do Processo de Trabalho - parte 1
Durante as filmagens é fato que muito falamos e discutimos. Nada mais justo que cada um postar as frases que mais marcaram ou que pelo menos tenham ficado na cabeça.
"...olha essa cidade! Parece um circo, um bando de macaquinho vivendo pra nada..." Bruno Guimarães referindo-se a Porto Alegre
"...filma os tênis aqui, filma os tênis aqui...ô não é pra filmar, pára de filmar..." algum marginal do Centro antes de fechar bruscamente as portas da van
"...terceiro andar: artigos esportivos..." Zé Lopes ao entrar em qualquer elevador
"...eu vou ser o montador do próximo né?..." Guilherme Borges, fotógrafo, todos os dias, referindo-se ao curta do próximo semestre
"...é por isso que o mundo tá uma merda, colocaram a pomba como símbolo da paz..." Zé Lopes referindo-se ao conceito humano de paz
"...isso é ultrajante..." Guilherme Borges, imitando pela milésima vez o Prux
"...o melhor plano da história da FAMECOS..." Élvio, sobre o travelling do Centro
"...além de diretor eu sou o cara que tem que segurar um guarda-chuva pra não molhar a câmera...Dentro de uma van!!!" Bruno, durante o aclamado travelling
"...bicho idiota..." Zé Lopes, manifestando seu sentimento por pombas
"...me decepcionei com a equipe..." Alexandre, o produtor, dando uma entrevista para o Making Of
"...não me enche..." Daniel, num dia de bom humor
"...João Moreira Salles é o melhor..." Alexandre, manifestando um amor platônico pelo irmão do Walter Salles
"...que tal uma cascata?..." Élvio, dando sugestões construtivas para o filme
"...wtf?!?!?..." Fábio Lobanowski, ao ver o material de arquivo que será usado
"...o primeiro plano é o plano um..." Daniel, irritado com as perguntas no primeiro dia de filmagem
"...não existe ordem de filmagem, que fique claro, não existe ordem de filmagem hoje..." Alexandre, inovando nos métodos de produção
"...o Blade Runner é de 1987 né?..." Guilherme Borges sobre Blade Runner (1982)
"...não, 1985..." Daniel sobre Blade Runner (1982)
"...tu tirou o cinto?...tu quer morrer?..." Bruno Guimarães sobre a rebeldia de Élvio
"...não é engraçado..." Bruno Guimarães sobre a musicalidade de Élvio
"...fazia três semanas que tava anunciando chuva pra hoje e os caras acertaram..." Alexandre sobre a competência dos metereólogos
"...o nosso grupo se baseia na confiança e na amizade o tempo inteiro, a gente não teve nenhum problema..." Alexandre sobre o ambiente de trabalho
"...com essa chuva as pombas não ficam aglomeradas..." Bruno Guimarães, enfatizando que o plano das pombas era fundamental pro filme
"...olha essa cidade! Parece um circo, um bando de macaquinho vivendo pra nada..." Bruno Guimarães referindo-se a Porto Alegre
"...filma os tênis aqui, filma os tênis aqui...ô não é pra filmar, pára de filmar..." algum marginal do Centro antes de fechar bruscamente as portas da van
"...terceiro andar: artigos esportivos..." Zé Lopes ao entrar em qualquer elevador
"...eu vou ser o montador do próximo né?..." Guilherme Borges, fotógrafo, todos os dias, referindo-se ao curta do próximo semestre
"...é por isso que o mundo tá uma merda, colocaram a pomba como símbolo da paz..." Zé Lopes referindo-se ao conceito humano de paz
"...isso é ultrajante..." Guilherme Borges, imitando pela milésima vez o Prux
"...o melhor plano da história da FAMECOS..." Élvio, sobre o travelling do Centro
"...além de diretor eu sou o cara que tem que segurar um guarda-chuva pra não molhar a câmera...Dentro de uma van!!!" Bruno, durante o aclamado travelling
"...bicho idiota..." Zé Lopes, manifestando seu sentimento por pombas
"...me decepcionei com a equipe..." Alexandre, o produtor, dando uma entrevista para o Making Of
"...não me enche..." Daniel, num dia de bom humor
"...João Moreira Salles é o melhor..." Alexandre, manifestando um amor platônico pelo irmão do Walter Salles
"...que tal uma cascata?..." Élvio, dando sugestões construtivas para o filme
"...wtf?!?!?..." Fábio Lobanowski, ao ver o material de arquivo que será usado
"...o primeiro plano é o plano um..." Daniel, irritado com as perguntas no primeiro dia de filmagem
"...não existe ordem de filmagem, que fique claro, não existe ordem de filmagem hoje..." Alexandre, inovando nos métodos de produção
"...o Blade Runner é de 1987 né?..." Guilherme Borges sobre Blade Runner (1982)
"...não, 1985..." Daniel sobre Blade Runner (1982)
"...tu tirou o cinto?...tu quer morrer?..." Bruno Guimarães sobre a rebeldia de Élvio
"...não é engraçado..." Bruno Guimarães sobre a musicalidade de Élvio
"...fazia três semanas que tava anunciando chuva pra hoje e os caras acertaram..." Alexandre sobre a competência dos metereólogos
"...o nosso grupo se baseia na confiança e na amizade o tempo inteiro, a gente não teve nenhum problema..." Alexandre sobre o ambiente de trabalho
"...com essa chuva as pombas não ficam aglomeradas..." Bruno Guimarães, enfatizando que o plano das pombas era fundamental pro filme
Terceira Diária - parte 4
Só para reiterar o que já foi dito aqui. Quase assaltados na orla do lago Guaíba, cozinhando sob o sol no cais e atraso pantagruélico dos professores + van. Pelo menos consegui fazer planos muito bons. Em especial os do crepúsculo (tanto o com grande angular quanto o com a tele), os das pombas (uns ficaram incríveis) e um de uns guindastes do cais. Fascinantes. Tô realmente confiante, o resultado vai ficar, no mínimo, bonito.
Espero que, nessa semana a gente consiga fazer o início do filme conforme a escaleta para que o diretor musical comece a fazer seu trabalho embasado no material bruto pré-montado. E logo teremos alguns cartazes de divulgação.
Era isso.
Valeu equipe!!!
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diária nº3
26 de outubro de 2007
Terceira Diária - parte 3
Terceira Diária - Parte 2
Bom, queria dizer algumas coisas sobre a diária do dia 25/10 (ontem), complementando o que o nosso montador já falou com o ponto de vista daqueles que foram ao campo capturar imagens agônicas.
Em primeiro lugar, gostaria de esclarecer o que ocorreu em relação à van. O motorista, Walter, não se atrasou como achávamos, pois, desde as duas horas, ele se encontrava ao lado do prédio 8, tentando descobrir aonde devia ir, já que nem os seguranças nem os porteiros da PUC sabiam dizer exatamente onde era o local de encontro da FAMECOS. Era sua primeira vez fazendo isso, portanto totalmente justificável seu engano, principalmente depois de ter sido muito parceiro durante as filmagens, mesmo tendo eu feito um cronograma com deficiências geográficas (pensava que o Laçador fosse mais perto do Gasômetro do que o Cais do Porto, o que não foi de todo ruim, pois tínhamos tempo a perder).
Em relação às filmagens em si, tudo correu tranqüilo. Não tivemos a intervenção de nenhum professor, fato este que foi ótimo, uma vez que não há aquela cobrança e pressão, podemos demorar o tempo que quisermos. Tínhamos, é claro, a presença do Zé Lopes, que auxiliou o diretor/ fotógrafo o tempo inteiro, mas ele, conforme suas próprias palavras, não era responsável por nós, se perguntassem (e perguntaram uma hora no Cais do Porto) ele diria que nem conhecia.
Com a equipe drasticamente reduzida de acordo com a explanação de Élvio, tivemos uma diária muito mais calma, e, na minha opinião, melhor, pois nosso trabalho não tem muito mistério, então quanto menos gente mais ágil podemos ser. O diretor conseguiu os planos que desejava e, ainda, tivemos no nosso lado a sorte, já que, por exemplo, no caso das pombas, um cara apareceu do nada e jogou comida para as aves bem na hora, melhorando a posição delas.
Os únicos porém mesmo do dia foram dois: um foi uma deficiência minha, pois esqueci de comprar água previamente e estava muito quente. O outro foi na Usina do Gasômetro. O Bruno queria deixar uma câmera no solo e outra levar para cima da Usina e filmar o Pôr-do-Sol. No entanto, enquanto preparávamos a câmera de baixo, fomos importunados por três maloqueiros, o que nos obrigou a nos precaver e levar as duas para o lugar seguro.
No resto tudo foi muito bom. Deu até para dar uma passeada pela exposição da RBS, a qual está sensacional.
Em primeiro lugar, gostaria de esclarecer o que ocorreu em relação à van. O motorista, Walter, não se atrasou como achávamos, pois, desde as duas horas, ele se encontrava ao lado do prédio 8, tentando descobrir aonde devia ir, já que nem os seguranças nem os porteiros da PUC sabiam dizer exatamente onde era o local de encontro da FAMECOS. Era sua primeira vez fazendo isso, portanto totalmente justificável seu engano, principalmente depois de ter sido muito parceiro durante as filmagens, mesmo tendo eu feito um cronograma com deficiências geográficas (pensava que o Laçador fosse mais perto do Gasômetro do que o Cais do Porto, o que não foi de todo ruim, pois tínhamos tempo a perder).
Em relação às filmagens em si, tudo correu tranqüilo. Não tivemos a intervenção de nenhum professor, fato este que foi ótimo, uma vez que não há aquela cobrança e pressão, podemos demorar o tempo que quisermos. Tínhamos, é claro, a presença do Zé Lopes, que auxiliou o diretor/ fotógrafo o tempo inteiro, mas ele, conforme suas próprias palavras, não era responsável por nós, se perguntassem (e perguntaram uma hora no Cais do Porto) ele diria que nem conhecia.
Com a equipe drasticamente reduzida de acordo com a explanação de Élvio, tivemos uma diária muito mais calma, e, na minha opinião, melhor, pois nosso trabalho não tem muito mistério, então quanto menos gente mais ágil podemos ser. O diretor conseguiu os planos que desejava e, ainda, tivemos no nosso lado a sorte, já que, por exemplo, no caso das pombas, um cara apareceu do nada e jogou comida para as aves bem na hora, melhorando a posição delas.
Os únicos porém mesmo do dia foram dois: um foi uma deficiência minha, pois esqueci de comprar água previamente e estava muito quente. O outro foi na Usina do Gasômetro. O Bruno queria deixar uma câmera no solo e outra levar para cima da Usina e filmar o Pôr-do-Sol. No entanto, enquanto preparávamos a câmera de baixo, fomos importunados por três maloqueiros, o que nos obrigou a nos precaver e levar as duas para o lugar seguro.
No resto tudo foi muito bom. Deu até para dar uma passeada pela exposição da RBS, a qual está sensacional.
Terceira Diária - parte 1
Considerações sobre nossa terceira diária de filmagem.
Bom, creio que ainda vai faltar mais uma diária, que teremos que fazer por fora pegando alguma câmera por sorte. Fato é que ainda temos 2 fitas a usar e muito material a gravar.
Na diária de ontem, dia 25 de outubro, fizemos algo completamente inovador acredito eu. Dividimos a equipe ao meio. Com a van, saiu, por Porto Alegre, uma parte da equipe para gravar imagens. No campus permaneceu outra parte da equipe para gravar apenas áudio de entrevistas.
A equipe de áudio:
- Isadora (técnica de som)
- Élvio (assistente de som, entrevistador e montador)
- Natália (assistente de produção, making of e still digital)
A equipe de imagem:
- Bruno (diretor e diretor de fotografia)
- Alexandre (diretor de produção, fotografia adicional e making of)
- Daniel (assistente de direção, assistente de câmera e still analógico)
- Élvio (assistente de câmera, making of e still digital)
Calma, já explico como estive nas duas equipes.
Contando já com o atraso previsto dos professores, resolvi não chegar no horário da outra diária (13hr). Cheguei 13:50 aproximadamente e fui caminhar com o Diretor e uma amiga dele (Bruna). Estávamos tranqüilos, pois tínhamos muito tempo para poucos planos e, como ainda não podíamos retirar o equipamento (tendo em vista o atraso dos professores), fomos caminhar e conversar sobre a diária. Iniciamos o procedimento de retirada de equipamentos 14:15.
Retirei o equipamento de som, e o resto da equipe o de imagem. Sempre com a boa vontade do Lindomar e do Márcio que sempre têm se mostrado muito amigáveis e flexíveis quanto à retirada de equipamentos e devolução.
Embora tivéssemos retirado todos os equipamentos, não tínhamos Van para nos transportar. De quem seria a responsabilidade? Da van ou das pessoas responsáveis por nos conseguir a van (os professores)?
Independentemente de qualquer julgamento, o fato é que a van se atrasou. Nós não, pois já contávamos com atrasos gigantescos tendo em conta a consideração e pontualidade que nossos professores já haviam demonstrado na última diária. Saímos, ou melhor, saíram dentro do horário previsto o Bruno, o Daniel e o Alexandre. Foram se divertir pela cidade e filmar a tão aguardada "aglomeração dos pombos" (já citada no making of provisório) e mais estátuas e coisas do tipo.
Enquanto isso, no campus, Isadora, Natália e eu tivemos um breve curso intensivo de Fostex com o Carlos, que se mostrou muito prestativo nos ajudando a mexer no aparelho. Tão logo aprendemos, preparei-o com seus fios, fones e microfone para a técnica de som e saímos a caminhar pelo campus e entrevistar transeuntes dos mais diversos.
Eram 15:30 e não havíamos entrevistado ninguém, o que me fez apressar a Natália a conseguir pessoas para eu entrevistar. Embora eu tenha exigido muito dela nessa parte e tenhamos até discutido um pouco mais exaltados, ela se mostrou competente o suficiente para achar bons entrevistados.
No total entrevistamos 7 pessoas. Na minha opinião 2 foram sensacionais, 1 foi muito ruim, e as outras foram meia-boca. Mas isso veremos mais adiante na hora de montar o som. Terminadas as entrevistas, às 17h, a técnica de som saiu correndo, pois tinha algum compromisso importante, creio eu. A Natália permaneceu um tempo mas logo foi embora também. Coube a mim, então, tomar o cuidado para descarregar imediatamente o Fostex, de modo a não correr nenhum risco de perder o áudio gravado. Aproveitei o momento para dividir alguns clipes das fitas que já haviam sido importadas. O processo de montagem começa a tomar um rumo.
Por volta das 18:45 recebi uma ligação do Alexandre e do Bruno que solicitaram algumas informações sobre o tempo na internet e solicitaram que, se possível, eu fosse até a locação onde eles estavam. Fui imediatamente tomando a primeira condução que fosse até lá.
Munido de minha câmera fotográfica, cheguei ao local combinado por volta das 19:20 (sim, nesse horário deveríamos estar devolvendo os equipamentos na PUC, mas, como, por culpa dos professores, tivemos atrasos de, no total, mais de uma hora, resolvemos nos "atrasar" em prol do bom andamento do filme. A equipe estava alegre, feliz, descontraída, pois esse é o tipo de clima e ambiente que prezamos em nossos filmes. Contribuí para que esses sentimentos só aumentassem, enquanto Bruno filmava o pôr-do-sol com duas câmeras.
Em pouco mais de meia, hora bati um total de 150 fotos, mas somente 60 ficaram aproveitáveis. Algumas delas postarei em breve neste Blog.
Voltamos para a PUC e devolvemos os equipamentos restantes por volta das 20:10. Mais uma vez o Lindomar se mostrou muito prestativo para nos ajudar.
E essa foi mais uma diária sensacional, totalmente excelente. E só pra esclarecer alguma dúvida que tenha surgido, o Guilherme, que é o Diretor de Fotografia, não pôde ir filmar por motivos de força maior: ele ficou com uma forte gripe nos últimos dois dias e embora insistisse em comparecer para filmar, não foi por recomendação do Diretor.
Bom, creio que ainda vai faltar mais uma diária, que teremos que fazer por fora pegando alguma câmera por sorte. Fato é que ainda temos 2 fitas a usar e muito material a gravar.
Na diária de ontem, dia 25 de outubro, fizemos algo completamente inovador acredito eu. Dividimos a equipe ao meio. Com a van, saiu, por Porto Alegre, uma parte da equipe para gravar imagens. No campus permaneceu outra parte da equipe para gravar apenas áudio de entrevistas.
A equipe de áudio:
- Isadora (técnica de som)
- Élvio (assistente de som, entrevistador e montador)
- Natália (assistente de produção, making of e still digital)
A equipe de imagem:
- Bruno (diretor e diretor de fotografia)
- Alexandre (diretor de produção, fotografia adicional e making of)
- Daniel (assistente de direção, assistente de câmera e still analógico)
- Élvio (assistente de câmera, making of e still digital)
Calma, já explico como estive nas duas equipes.
Contando já com o atraso previsto dos professores, resolvi não chegar no horário da outra diária (13hr). Cheguei 13:50 aproximadamente e fui caminhar com o Diretor e uma amiga dele (Bruna). Estávamos tranqüilos, pois tínhamos muito tempo para poucos planos e, como ainda não podíamos retirar o equipamento (tendo em vista o atraso dos professores), fomos caminhar e conversar sobre a diária. Iniciamos o procedimento de retirada de equipamentos 14:15.
Retirei o equipamento de som, e o resto da equipe o de imagem. Sempre com a boa vontade do Lindomar e do Márcio que sempre têm se mostrado muito amigáveis e flexíveis quanto à retirada de equipamentos e devolução.
Embora tivéssemos retirado todos os equipamentos, não tínhamos Van para nos transportar. De quem seria a responsabilidade? Da van ou das pessoas responsáveis por nos conseguir a van (os professores)?
Independentemente de qualquer julgamento, o fato é que a van se atrasou. Nós não, pois já contávamos com atrasos gigantescos tendo em conta a consideração e pontualidade que nossos professores já haviam demonstrado na última diária. Saímos, ou melhor, saíram dentro do horário previsto o Bruno, o Daniel e o Alexandre. Foram se divertir pela cidade e filmar a tão aguardada "aglomeração dos pombos" (já citada no making of provisório) e mais estátuas e coisas do tipo.
Enquanto isso, no campus, Isadora, Natália e eu tivemos um breve curso intensivo de Fostex com o Carlos, que se mostrou muito prestativo nos ajudando a mexer no aparelho. Tão logo aprendemos, preparei-o com seus fios, fones e microfone para a técnica de som e saímos a caminhar pelo campus e entrevistar transeuntes dos mais diversos.
Eram 15:30 e não havíamos entrevistado ninguém, o que me fez apressar a Natália a conseguir pessoas para eu entrevistar. Embora eu tenha exigido muito dela nessa parte e tenhamos até discutido um pouco mais exaltados, ela se mostrou competente o suficiente para achar bons entrevistados.
No total entrevistamos 7 pessoas. Na minha opinião 2 foram sensacionais, 1 foi muito ruim, e as outras foram meia-boca. Mas isso veremos mais adiante na hora de montar o som. Terminadas as entrevistas, às 17h, a técnica de som saiu correndo, pois tinha algum compromisso importante, creio eu. A Natália permaneceu um tempo mas logo foi embora também. Coube a mim, então, tomar o cuidado para descarregar imediatamente o Fostex, de modo a não correr nenhum risco de perder o áudio gravado. Aproveitei o momento para dividir alguns clipes das fitas que já haviam sido importadas. O processo de montagem começa a tomar um rumo.
Por volta das 18:45 recebi uma ligação do Alexandre e do Bruno que solicitaram algumas informações sobre o tempo na internet e solicitaram que, se possível, eu fosse até a locação onde eles estavam. Fui imediatamente tomando a primeira condução que fosse até lá.
Munido de minha câmera fotográfica, cheguei ao local combinado por volta das 19:20 (sim, nesse horário deveríamos estar devolvendo os equipamentos na PUC, mas, como, por culpa dos professores, tivemos atrasos de, no total, mais de uma hora, resolvemos nos "atrasar" em prol do bom andamento do filme. A equipe estava alegre, feliz, descontraída, pois esse é o tipo de clima e ambiente que prezamos em nossos filmes. Contribuí para que esses sentimentos só aumentassem, enquanto Bruno filmava o pôr-do-sol com duas câmeras.
Em pouco mais de meia, hora bati um total de 150 fotos, mas somente 60 ficaram aproveitáveis. Algumas delas postarei em breve neste Blog.
Voltamos para a PUC e devolvemos os equipamentos restantes por volta das 20:10. Mais uma vez o Lindomar se mostrou muito prestativo para nos ajudar.
E essa foi mais uma diária sensacional, totalmente excelente. E só pra esclarecer alguma dúvida que tenha surgido, o Guilherme, que é o Diretor de Fotografia, não pôde ir filmar por motivos de força maior: ele ficou com uma forte gripe nos últimos dois dias e embora insistisse em comparecer para filmar, não foi por recomendação do Diretor.
19 de outubro de 2007
Making Of
O tão esperado Making Of do filme "Sinfonia da Desgraça".
"...olha essa cidade! Parece um circo. Um bando de macaquinho vivendo pra nada..."
"...olha essa cidade! Parece um circo. Um bando de macaquinho vivendo pra nada..."
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18 de outubro de 2007
Mais notícias
Ontem eu refirmei o acordo com meu amigo (e irmão) Henrique Bordini, para que ele componha a música do nosso filme. Ele também está ansioso para ver o trabalho completo.
Hoje começamos oficialmente a montagem do doc. Devo dizer aqui que em alguns momentos o travelling não ficou tão bom quanto quando vimos na hora (o calor da emoção), mas ainda assim vai ficar muito bom.
Acho que é isso.
Ah, sim, em momentos o making of das primeiras diárias estará online!
Confiram!
Hoje começamos oficialmente a montagem do doc. Devo dizer aqui que em alguns momentos o travelling não ficou tão bom quanto quando vimos na hora (o calor da emoção), mas ainda assim vai ficar muito bom.
Acho que é isso.
Ah, sim, em momentos o making of das primeiras diárias estará online!
Confiram!
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